29 de jun de 2012

Resultado do sorteio "Língua de sinais é..."

Olá pessoal,

Desculpem a demora em divulgar, estou viajando a trabalho e numa correria, mas já fiz o sorteio da Promoção Língua de Sinais é....  (para provar, posto abaixo o número sorteado e a data e horário do mesmo).
O comentário sorteado foi o de número 20, da Cibelly (bielly8@gmail.com). A frase dela foi "A Língua de Sinais é... A ARTE DA COMUNICAÇÃO VISUAL!".

Parabéns, Cibelly, e obrigada por participar. Em breve receberás um e-mail com instruções para receber o livro em sua casa.

Obrigada a todos os participantes, e aguardem um novo sorteio na próxima semana.

Abraço,
Vanessa.

28 de jun de 2012

II Seminário de Docência e Tradução (Evento gratuito)


II Seminário de Docência e Tradução (Evento gratuito)

 Programa Permanente de Acessibilidade
Sala 120 - Prédio 1
Fone: (51) 3477.9190
Av. Farroupilha, 8001
Canoas/RS

E-mail: acessibilidade@ulbra.br
Objetivos:
» Oportunizar um diálogo entre os conhecimentos dos professores, tradutores/intérpretes de Libras e comunidade acadêmica.
Público alvo: Alunos dos cursos de graduação da ULBRA e comunidade externa.
Programa:
  • 8h15min – Credenciamento
  • 9h – Oficinas
·         2: Escrita de Língua de Sinais
·         3: Libras e Intérpretes: um Desafio
·         4: Planejamento para o Ensino de Surdos
·         6: Ensino e Profissionalização do Ensino de Língua de Sinais
  • 10h – Intervalo
  • 10h15min – Oficinas
·         1: Alfabetização para surdos
·         3:  Libras e Intérpretes: um desafio
·         4: Planejamento para o ensino de surdos
·         5: Deafhood: Ultrapassando fronteiras de ser surdo
·         6: Ensino e profissionalização do ensino de Língua de Sinais
  • 12h15min – Intervalo Almoço
  • 13h30min – Abertura
  • 14h – Mesa temática: Tradução e Ensino na Educação de Surdos
  • 16h30min – Encerramento
Local: ULBRA / Canoas   Prédio: 14       Auditório: B  
Data: 30/06/2012 (sábado)
Horário: das 8h15min às 16h30min
Carga horária: 6h/a
Investimento: Evento gratuito
Turmas: 230 alunos no máximo
Ministrantes:
Erika Lima. Licenciatura em Pedagogia. Mestranda em Educação.
Isaac Souza. Licenciatura em Pedagogia. Bacharelado em Tradução - Letras e Libras.
Maitê Maus. Bacharelado em Tradução - Letras e Libras.
Monica Dusso. Mestrado em Educação.
Sandro Fonseca. Diplomado em Estudos Surdos.
Vinicius Martins. Licenciatura em Pedagogia e Gestão Escolar. Bacharelado em Tradução - Letras e Libras. Especialização em Educação Especial Inclusiva.
Será fornecido Atestado (válido para Atividades Complementares).
Inscrições:


26 de jun de 2012

Super-herói Surdo da Marvel

Oi queridos leitores,

Há alguns meses, circulou uma notícia muito interessante na internet, mas eu ainda não tinha conseguido parar para postá-la aqui. É sobre a criação de um super-herói surdo, pela empresa Marvel (criadora dos Vingadores, Homem-aranha, X-Men, etc), a pedido de uma mãe de um menino com deficiência auditiva, fã dos super-heróis da empresa, que se negava a usar o aparelho auditivo pois nenhum super-herói também o utilizava.
A Marvel, então, escreveu para a mãe do menino, lembrando que um dos personagens, que também participa dos Vingadores é o Gavião Arqueiro (em inglês, Hawkeye), que perde parte de sua audição em uma batalha, e agora utiliza um aparelho auditivo. Além disso, a Marvel criou um "assistente" para o personagem, que é um menino que utiliza um aparelho auditivo azul, chamado "Blue Ear" (Orelha azul, em referência à cor do aparelho auditivo).
No desenho, o assistente Blue Ear com o Gavião Arqueiro.

O personagem Blue Ear, que na verdade, é Anthony Smith (o menino que motivou a criação)

na foto, Anthony Smith com sua mãe, que enviou o e-mail à Marvel, e o personagem que ele ganhou.





Assim como no post dos brinquedos para crianças surdas e com deficiência auditiva, a criação de um personagem que as ajuda a se sentirem incluídas neste mundo é de grande valor para uma real inclusão, não acham?

O que vocês pensam sobre isso? 
Abraço,
Vanessa.
Fontes:

25 de jun de 2012

Curso de audiodescrição no Rio de Janeiro

Olá queridos,
Pesquisando sobre o curso de audiodescrição em São Paulo, encontrei esse outro curso, no Rio de Janeiro, abrindo assim mais possibilidades. Se você souber de um curso semelhante acontecendo em outras regiões do país é só escrever para nós, que publicamos aqui também!




O curso tem como objetivo habilitar todos que tenham interesse neste recurso a construírem roteiros de Audiodescrição, assim como a atuação na locução e noções dos recursos técnicos de gravação.
As aulas serão teóricas e práticas, contando ainda com suporte por e-mail. A Audiodescrição é um recurso de acessibilidade que possibilita tornar eventos culturais e produtos audiovisuais acessíveis para pessoas com deficiência visual. É um importante instrumento de integração sócio-cultural, fundamental às vidas de todos os cidadãos. Assista ao vídeo ao lado para saber mais sobre Audiodescrição.

Deise Lopes é audiodescritora, locutora, radialista, formada pela Escola de Rádio. Trabalha com locução comercial, produção de audiolivros e Audiodescrição.

Entendendo o universo da pessoa com deficiência visual, O conceito de Audiodescrição / Histórico brasileiro e mundial, Os modelos de Audiodescrição pelo mundo, Roteiro para audiodescrição: compreensão e elaboração, Subjetividade e objetividade em Audiodescrição: descrevendo o essencial, A transformação de imagens em palavras, A Audiodescrição no Brasil: mercado de trabalho, Noções técnicas para gravação. Certificado de conclusão ao final do curso.

Data de Início: 6 de julho
Dias: Sextas
Horário: 19 as 21 horas
Duração: 3 meses
Carga Horária: 12 aulas – 24 horas/aula


Pague a matrícula na secretaria da ER. Valor: R$50,00
Valor: 3 parcelas de R$250,00.

Valor total do investimento: R$800,00 (5% de desconto para pagamento à vista).


- Reserve sua vaga pelo telefone 2225-5794 ou email: curso@escoladeradio.com.br
- A vaga só estará garantida após o pagamento da matrícula.
- Em caso de desistência do curso não devolvemos o valor da matrícula.
- A mensalidade deve ser paga no primeiro dia de aula e o vencimento passa a ser o mesmo dia dos meses seguintes.

Para maiores informações acesse o site (clique aqui).

Curso de Áudio-descrição "Imagens que Falam” em SP


Olá queridos leitores do Vendo Vozes!

Já havíamos falado outras vezes sobre cursos de audiodescrição aqui. Agora quero divulgar um curso que acontecerá na próxima semana, em São Paulo. Anote aí!

Nova Edição do  curso de Áudio-descrição "Imagens que Falam”,  agora em SP.

Obs.: O curso de formação em áudio-descrição “Imagens que Falam” ocorrerá em SP, do dia 02 à 06 de julho de 2012.
 Informações pelos  números: (11) 7895-1127 ou (81) 9997-9339
 Atenção: O curso terá 40 horas e será semipresencial, com vinte horas na primeira semana de julho, e à distância, com mais vinte horas em agosto, apenas para duas turmas, uma de manhã, outra à tarde.
Sejam bem-vindos!


Curso de Tradução Visual com ênfase na áudio-descrição – Imagens que falam

Data: 02 a 06 de julho

Horários: 1ª turma (das 08:30h às 12:30h) 2ª turma (das 14:00h às 18:00h )

Local: Palácio das Convenções do Anhembi (Avenida Olavo Fontoura, 1209, São Paulo – SP)

Inscrições : Por e-mail: contato@iris.org.br  ou limafj.br@gmail.com
Por telefone: (11) 7895-1127 ou (81) 9997.9339 -

Investimento: R$300,00

Forma de pagamento: 50% no ato da inscrição. O restante, podendo ser pago no cartão de crédito, no 1º dia do curso.
Enviar comprovante de depósito para: contato@iris.org.br
constando nome, endereço, telefone e e-mail.
Banco Bradesco 237
- Agência: 1945-3 - Conta Corrente: 101.400-5
Titular: Instituto IRIS
Razão Social: Instituto IRIS - de Responsabilidade e Inclusão Social Entidade
CNPJ: 05.295.189/0001-00
Modalidade: semipresencial, com exercícios em ambiente virtual, preparado  para curso de áudio-descrição e com acessibilidade às pessoas cegas ou com baixa visão.

Curso de Tradução Visual com ênfase na áudio-descrição – Imagens que falam

O Instituto IRIS - De Responsabilidade e Inclusão Social (http://www.iris.org.br/quemsomos.asp) traz, pela primeira vez, a São Paulo, o curso de Tradução Visual com Ênfase na áudio-descrição “Imagens que falam”, ministrado pelo professor Dr. Francisco Lima da Universidade Federal de Pernambuco, único formador de áudio-descritores diplomado, em dois anos consecutivos, pelo Audio Description Project (ADP), nos Estados Unidos (2010 e 2011).
Professor Francisco Lima é autor de vários artigos no campo da áudio-descrição, editor chefe da Revista Brasileira de Tradução Visual (www.rbtv.associadosdainclusao.com.br) e docente da disciplina de áudio-descrição no curso de Rádio, TV e Internet da UFPE. Pesquisador na área da produção e reconhecimento de imagens hápticas pela pessoa com deficiência visual, desde 1996, Dr. Francisco Lima já palestrou no Brasil e nos Estados Unidos, berço da áudio-descrição, em diversos eventos, inclusive no encontro internacional de formadores de áudio-descritores, ocorrido em Phoenix, USA, em julho de 2010.
Recentemente, mais um de seus orientandos defendeu dissertação no campo da áudio-descrição no teatro. Marcadas pelo estudo e pela investigação científica pioneiras, as contribuições do professor Dr. Francisco Lima para a área da áudio-descrição vão muito além de ensinar a áudio-descrição aplicada aos eventos fílmicos e teatrais, abarcando o ensino dessa técnica de tradução visual aos eventos estáticos e dinâmicos nos materiais didáticos, nos materiais museológicos, tanto quanto os que estão disponíveis nos simpósios, conferências ou em salas de aula, apresentados por professores ou estudantes.”


Objetivo do curso:
Geral- Dar a conhecer o que é Áudio-descrição, divulgar sua aplicabilidade e sua potencialidade na educação, no trabalho e no lazer, como recurso de acessibilidade comunicacional para as pessoas com deficiência, principalmente para as pessoas cegas ou com baixa visão.
Específico- Formar áudio-descritores capazes de produzir traduções visuais de eventos dinâmicos e/ou estáticos, com requinte e qualidade áudio-descritiva, mediante o entendimento de que a áudio-descrição é um recurso de tecnologia assistiva empoderativo e não paternalista ou de subestimação da capacidade da pessoa com deficiência em compreender os eventos fílmicos, teatrais e outros.

A QUEM SE DESTINA
Profissionais e estudantes de comunicação, das áreas de artes em geral e das áreas de cênicas e plásticas, de turismo e museus, das áreas de RH, Psicologia, Engenharia e Arquitetura, que se interessem pela acessibilidade da pessoa com deficiência; Diretores e Produtores de peças teatrais; Autores de livros; Promotores de eventos culturais e educacionais, bem como todos os que se interessem por teatro, cinema, fotografia e televisão; Professores e alunos de Letras com ênfase em tradução; Educadores em geral e pessoas com deficiência visual.

Pré-requisitos:
Ensino médio completo (no mínimo); bom conhecimento da língua portuguesa padrão.


INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE O CURSO
No curso “Imagens que Falam” os formandos do curso de áudio-descrição terão a oportunidade de produzir e mostrar seus trabalhos, discutir suas escolhas tradutórias e divulgar, com o que produziu no curso, a áudio-descrição no meio acadêmico e leigo, já que esta área do conhecimento é nova na Universidade, tanto quanto fora dela.
O curso de introdução à áudio-descrição  “Imagens que falam” será ministrado em 40 horas, com 20 horas presenciais e 20 horas à distância, e contará com ambiente virtual para exercícios e tutoria;
          Os alunos terão acesso ao ambiente moodle (adequadamente preparado com acessibilidade, segundo orientações da W3C, e em acordo com a legislação brasileira), para o estudo da áudio-descrição.
          No ambiente moodle estarão disponíveis todos os materiais a serem usados nas aulas. Assim, materiais de fundamentação teórica,  slides, vídeos e  outros arquivos, usados no curso, serão antecipadamente colocados no moodle, para o acesso e uso simultâneo dos alunos.
          As aulas, podcasts e outros materiais, eventualmente utilizados,  também serão disponibilizados nomoodle, para o estudo de todos.
          Os tutores e o professor executor do curso se revezarão na interação  com os estudantes, pelo moodle, através das ferramentas interpessoais de interação educacional, disponíveis nesse ambiente.
          As aulas à distância, quando necessário,  serão transmitidas ao vivo pelo sistema de conferência Eluminate, especializado para esse fim. Atividades específicas (tarefas) serão solicitadas para os alunos, os quais deverão respondê-las nos prazos pré-determinados.
          A avaliação será graduada, de uma a cinco estrelas, sendo considerado aprovado aquele que obtiver três ou mais estrelas. Será recomendado, para trabalhos com áudio-descrição, o aluno que obtiver cinco estrelas. 
          Terá a graduação máxima aquele que, na avaliação do professor responsável pelo curso, obtiver êxito de 90 a 100% nas atividades propostas.
A aprovação mínima será de 3 estrelas. Quantitativa e qualitativamente, a participação  do estudante, seja no ambiente virtual, seja no presencial, será  consideravelmente valorada.
Como parte da metodologia de estudo, serão apresentados diversos trabalhos com áudio-descrição, os quais serão discutidos/analisados à luz das mais reconhecidas diretrizes de áudio-descrição, aquelas que ensinam os maiores formadores de áudio-descrição de todos os tempos: Gregory Frazier , Margarette e Cody Pfanstiehl, Jesse Minkert e Joel Snyder, entre outros.
Obs.: Os participantes receberão certificado.

APRESENTAÇÃO
Visando a responder às exigências legais e buscando suprir as lacunas deixadas pelas barreiras comunicacionais enfrentadas pelas pessoas com deficiência visual, o curso de áudio-descrição, “Imagens que Falam” é, em si, a própria construção de uma via para divulgação da áudio-descrição no Brasil. Inicialmente, este curso foi ministrado, presencialmente, no Centro de Estudos Inclusivos (CEI/UFPE) e depois, tomou o país, por meio do ensino à distância, o que fez do curso o primeiro nessa modalidade.
Mas, o que se pode esperar de um curso de Tradução Visual, com ênfase na Áudio-descrição?
No curso “Imagens que falam” os participantes entrarão em contato não só com os conhecimentos voltados à descrição de filmes, peças teatrais, conteúdos televisivos e outros, mas também com os constructos que permitem a descrição de figuras, fotos e outras configurações bidimensionais, eventualmente encontradas em apresentações como slides ou transparências, em seminários, congressos e afins, ou, tão somente, em sala de aula, nos livros didáticos dos alunos.
Neste curso, os participantes aprenderão que a áudio-descrição consiste na identificação e elocução de elementos visuais essenciais à compreensão e apreciação das imagens presentes nas obras teatrais, cinematográficas, televisivas, literárias, jornalísticas, científicas, artístico-culturais, entre outras, destinadas, principalmente, às pessoas com deficiência visual, com dislexia, pessoas analfabetas, ou que não saibam o idioma em que um filme ou programa está sendo exibido.
O foco do curso de áudio-descrição “Imagens que Falam” é oferecer ao áudio-descritor ferramentas para tornar o mundo das imagens acessível àqueles que não as podem ver, tornando tais imagens significativas, portanto, igualmente relevantes para as pessoas com deficiência visual, tanto quanto para os indivíduos que enxergam.
O conceito que sustenta o curso é o de que na áudio-descrição, as imagens devem falar aos sujeitos que não as veem (com a mesma magnitude e beleza), por meio da voz ou da escrita do áudio-descritor.
A áudio-descrição faz parte do campo da Tradução Visual e é produzida segundo diretrizes técnicas pré-estabelecidas, dentre as quais a da oferta de narração dos elementos visualmente observados, nos intervalos/pausas entre as falas dos personagens.
Como uma importante ação de responsabilidade social, a áudio-descrição se adequa às exigências legais como a Lei 10.098/2000 e ao Decreto 5.296/2004, entre outros dispositivos legais, o Decreto 6949/09, por exemplo, que visam à acessibilidade comunicacional às pessoas com deficiência visual, tanto no lazer quanto na educação e no trabalho, por exemplo, num treinamento/capacitação oferecido aos empregados de uma empresa.
Os Áudio-descritores formados pelo “Curso de Tradução Visual com Ênfase na Áudio-descrição Imagens que Falam” são preparados para produzir roteiros de áudio-descrição para gravação em cinema, teatro ou televisão, bem como para fazer áudio-descrição simultânea nesses ambientes e outros, como em museus, mostras de arte, congressos, conferências etc.

MAIS INFORMAÇÕES
Por telefone: (11) 7895-1127 ou (81) 9997.9339 –
Visite:

21 de jun de 2012

Eventos internacionais: 2013, Portugal.

Olá queridos e queridas,
Hoje quero divulgar um evento internacional que ocorrerá em 2013, em Portugal. Com bastante antecedência para planejar, quem sabe você não consegue ir?

Em Março de 2013 acontecerá, entre os dias 22 e 23, o 1° Simpósio de Aquisição de Língua de Sinais (ou Língua Gestual), na Universidade Católica Portuguesa (UCP) em Lisboa, com apoio da UFSC. O público-alvo é tanto para profissionais da educação quanto da saúde. Estarão presentes especialistas de todo o mundo, conforme o programa (veja aqui) e você pode submeter sua proposta de artigo ou pôster até o dia 10 de Setembro de 2012. O valor da inscrição varia entre 70 e 150 euros.
Para saber mais, clique aqui.



Fiquem ligados, em breve, mais um evento internacional.

Abraço,
Vanessa.

18 de jun de 2012

Curso de Libras na PUCSP

Olá pessoal!

A PUC-SP está com inscrições abertas para o curso de Libras na Unidade Consolação, para turmas de Inicial 1, 2 e Intermediário 1. As aulas iniciam em agosto (2012), e cada nível possui 120h (divididos em 2 semestres). Para maiores informações, você pode ligar para (11) 3124 9600 ou acessar a página do curso, com informações como valores, docentes, programa curricular do curso e muito mais. Mais de 650 pessoas já foram formadas por este curso, então se você é de SP, não perca tempo!

Abraço,
Vanessa.

15 de jun de 2012

Tem lá na França...mas será que é só lá?

Oi gente! Em abril viajei para a França, e lá, visitando alguns pontos turísticos, pude conhecer o que eles oferecem para facilitar a acessibilidade dos surdos em monumentos, castelos, museus, etc. Tudo é muito bem informado, digo, em tudo há painéis explicativos, com as informações referentes ao local, os preços dos ingressos, etc. As informações são escritas em francês, obviamente, e em inglês, na maioria das vezes. Às vezes também em espanhol. Em português tem muito pouco, mas a gente se virá como dá! Buenas, mas o que mais me chamou a atenção e é sobre isso que eu quero falar aqui hoje, foi o Castelo de Versailles, e a acessibilidade facilitada nele! (isso atrás de mim na foto abaixo, é só uma parte do Castelo).
Esse castelo pertenceu a Luis XIII e foi transformado e aumentado pelo seu filho, Luis XIV que instalou lá a corte e a Sede do Governo em 1682. As obras de ampliação ocorreram até 1715. No século XVIII o castelo foi renovado. Em 6 de outubro de 1789, a monarquia deixa Versailles, após os primeiros dias da Revolução Francesa. Em 1837, o rei Luís Filipe inaugura no Castelo o Museu consagrado a "todas as glórias da França". Gente, o castelo todo é lindíssimo, enoooorme e cheio de obras de arte. Esse museu das glórias da França aparece na foto abaixo: é uma sala gigante com quadros mais gigantes ainda representando várias fases da história do país. Muito lindo!
Ok, Laura, já vimos que o lugar que tu foi é muito legal, mas e o que que tem demais a acessibilidade para os surdos nele? Então, lá no Versailles tem audio-guias, tipo um rádio pequeno no qual você digita o nº da sala em que está e ele narra informações sobre o local (a quem pertenceu, quem reformou, o que é original ou não naquela decoração, etc). Esse audio-guia está programado em 11 idiomas, dentre eles o português, então foi bem proveitosa essa visita guiada. Mas eis que no meio da nossa visita, eu me deparo com algumas plaquinhas que continham o nº da sala, e tinha o desenho de umas mãozinhas seguidas de um nº também. Tá, mas não vi nenhum intérprete por perto...What does it mean? Voltei ao local onde forneciam os audio-guias e perguntei se eles tinham algo acessível aos surdos. Yes, we have, but we need your passport, ok? Sim, eles tinham esse visual-guia que aparece na minha mão na primeira foto! Eu pedi para testar e eles me deram (ficaram com meu passaporte como garantia de que eu iria devolver o ipod deles, né?!). Geeeente eu babei com aquilo. Nunca tinha visto nada semelhante aqui no Brasil (tá certo que eu não vou muito a museus, e aqui na cidade onde eu moro o único museu que tem é a casa onde morou um famoso autor da literatura infantil, nada muito suntuosa ou badalada, hehe!) em termos de acessibilidade. No ipod, cada arquivo era nomeado com o nº da sala, daí você clicava na tela e o intérprete sinalizava algumas informações sobre a sala em que você estava. Ele sinalizava na Língua de Sinais Francesa, né, e havia a opção de ativar as legendas (em francês também). Eu achei muito legal o recurso utilizado! (Foto abaixo.) Fica a pergunta: será que esse tipo de recurso só tem lá ou já tem por aqui (Brasil) também? Fica o incentivo para a gente lançar mão da tecnologia cada vez mais em prol da acessibilidade (o que não dispensa o intérprete [surdo ou ouvinte] e divulga ainda mais a língua de sinais!).

Bjos da colaboradora!


13 de jun de 2012

Ganhador da Promoção "Um sinal para o Vendo Vozes"

Olá pessoal querido,
Hoje recebi a foto do João Paulo, de São Paulo (SP), o ganhador da promoção que escolheu um sinal pro blog.
Ele recebeu em casa um exemplar do livro "Surdez, um olhar sobre as diferenças", organizado pelo Dr. Carlos Skliar.

João Paulo e o livro que ele recebeu
Para visualizar o sinal que ele criou, clique aqui!
Abraço a todos, e parabéns João! Obrigada pelo sinal e por nos acompanhar sempre.
Quer ser o próximo ganhador ou ganhadora de um livro do nosso blog? Então participe da promoção "Língua de sinais é..." que encerra no dia 26/06. Você pode participar quantas vezes quiser, mas não esqueça de ler as instruções atentamente.
 Boa sorte!

11 de jun de 2012

Chamada da Revista REVEL

Olá queridos!

Ainda dá tempo de enviar o seu artigo para a próxima edição da Revista Virtual de Estudos da Linguagem - RevEL. A próxima edição sairá em agosto deste ano, e o tema será "Línguas de sinais: cenário de práticas e fundamentos teóricos sobre a linguagem". Portanto, incentivo você a enviar seu artigo até o dia 30/06. 

Publicar é uma ótima maneira de compartilharmos nossos saberes, experiências, pesquisas, de estabelecermos um diálogo com demais profissionais da área!
Entre na página da revista (clicando aqui), leia atentamente as normas de envio e participe. Encoraje-se!
Assim que a revista for publicada, divulgaremos aqui no blog, para que todos os leitores possam acessá-la.

6 de jun de 2012

Audiência pública sobre educação de surdos - 04/06 em Porto Alegre (RS)

Olá pessoal!
É com alegria que trago notícias da Audiência pública ocorrida na segunda-feira, dia 04/06, em Porto Alegre. Uma chamada para a audiência havia sido publicada aqui. Infelizmente não pude comparecer, mas fiquei contente em saber que ela foi um sucesso. Parabéns a todos os que estão lutando por esta causa, em especial à Ana Paula Jung e Roger Prestes!
 No site de notícias da Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul encontrei essa reportagem, que reproduzo na sequência, assim como uma série de fotos. Escolhi duas para mostrar a vocês:




EDUCAÇÃO, CULTURA, DESPORTO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA
Surdos querem escolas em que a Libras seja a primeira língua
Cristiane Vianna Amaral - MTB 8685 | Agência de Notícias - 15:34-04/06/2012 - Edição: Letícia Rodrigues - MTB 9373 - Foto: Marcos Eifler
Participantes defendem que é preciso valorizar a língua dos surdos

Escola Bilíngue para Surdos foi o tema da audiência pública que lotou o Teatro Dante Barone na manha dessa segunda-feira (4). Antes do início do evento, a plateia estava animada, mas pouco se ouvia. É que o principal meio de comunicação eram os gestos, a forma de manifestação da Língua Brasileira de Sinais (Libras). E é isso que os educadores, professores e estudantes presentes defendem: um espaço em que a Libras seja a primeira língua e o português escrito a segunda.
O deputado Carlos Gomes (PRB) foi o proponente da audiência, realizada pela Comissão de Educação, Cultura, Desporto, Ciência e Tecnologia da Assembleia. Ele foi procurado pelo movimento nacional em defesa da educação e cultura surda, cuja principal entidade integrante é a Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos (Feneis). O parlamentar está preocupado com a dificuldade dos surdos de ingressarem e permanecerem na escola regular. “Me senti envergonhado por não entender a linguagem de sinais, mas vou me esforçar para aprender. Hoje, como estou minoria, consegui compreender como se sente um aluno surdo”, disse o parlamentar. 
O diretor regional da Feneis, Francisco Eduardo da Rocha, defendeu mais integração entre as escolas para surdos no Estado. “Queremos saber o que está acontecendo, trocar experiências.” Segundo ele, não há uma política para essas instituições de ensino do RS. Ele comemorou a inclusão da representação dos surdos no Fórum Estadual de Educação, mas reivindica que a Secretaria da Educação crie um grupo de trabalho para levar as discussões adiante.
Movimento de surdos é nacional
Uma  carta denúncia entregue nos Ministérios Públicos de todo o país resultou na abertura de um inquérito civil público sobre a questão da educação para surdos no país. O professor Cláudio Henrique Nunes Mourão, o Cacau, explicou que esse instrumento funciona como uma espécie de Comissão Parlamentar de Inquérito, ouvindo as partes envolvidas. O professor acredita que são necessárias mudanças na política do Ministério da Educação, que estaria fechando as escolas bilíngues, e convocou todos a participarem de um movimento em defesa dos direitos dos surdos, como fazem os gays e os negros.
O movimento dos surdos já impediu o fechamento de escolas bilíngues  em todo o país e conta com a adesão de entidades como a Apae e de personalidades, como a atriz Marieta Severo, que tem uma irmã surda. Uma manifestação em Brasília, no ano passado, reuniu quatro mil surdos e apoiadores contra as políticas do Ministério da Educação, que acredita na inclusão dos surdos no ensino regular. “E não existe uma lei que garanta a manutenção das escolas bilíngues”, reclamou Cacau. No RS, foram fechadas classes para surdos em quatro cidades no último ano.
A importância da academia e do poder público
O papel da universidade e da pesquisa acadêmica, como fundamental para alimentar o debate político e a mobilização em prol da escola bilíngue, foi o aspecto trazido pela professora Adriana Thoma, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.
Ela contou que havia muitas hipóteses sobre a educação para surdos. Então sete instituições de ensino superior uniram-se para formar um grupo de pesquisa sobre o tema no RS. Foi realizado um mapeamento do Estado sobre as condições das matrículas de surdos e o tipo de turma em que estes se encontravam. “Apesar de algumas secretarias municipais de educação não terem dado retorno, temos dados significativos para afirmar que a maioria dos surdos que chegam à universidade frequentaram escolas específicas, pois apresentaram um melhor desenvolvimento linguístico e educacional.”
Adriana relatou que quando o surdo está entre alunos ouvintes e sem muitos recursos a evasão é enorme. Outra situação são os alunos nômades, que vão de cidade em cidade em busca de  melhores condições de escolarização. Ela contou ainda a história de uma professora que atendia turmas regulares de Educação para Jovens e Adultos apenas uma vez por semana em três cidades diferentes. “Os alunos recebiam apenas uma fatia do conhecimento trabalhado.”
A experiência de Cuba é um exemplo para Adriana. Logo que a criança é diagnosticada como surda, uma pessoa fluente na língua faz visitas em casa e trabalha com toda a família. Isso até os três anos de idade. Dos quatro aos cinco anos, ela frequenta uma escola de educação bilíngue e na fase seguinte, pode-se optar pela escolarização bilíngue ou inclusiva.
“No Brasil, as crianças que são dignosticadas como surdas não recebem visitas em casa. É como um atendimento clínico, no qual a criança é quem se desloca”, explicou Adriana. Para a professora, é necessário investir mais na educação bilíngue com foco na educação infantil. “O resultado disso é que essas crianças chegam na escola sem o conhecimento línguístico adequado para que possam apreender os conteúdos.”
A professora Patricia Rezende concentrou seu depoimento na crítica à política de inclusão que está sendo desenvolvida pelo Ministério da Educação. Ela acredita que é preciso valorizar a língua dos surdos.  “Nas comunidades indígenas, o português também é a segunda língua.”
Ela é contra transformar as escolas bilíngues em centros de Atendimento Educacional Especializado (AEE) como o MEC estaria propondo. “A comunidade linguística tem direito de escolha de como será sua educação. É preciso contato para desenvolvimento linguístico e a partir da escola cria-se uma comunidade. Não é o governo que vai mandar que eu seja incluído ou não.”
O Brasil ratificou, em 2009, a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência da ONU de Nova Iorque, que garantiria a construção da identidade dos surdos. E Patrícia cobra do governo federal a aplicação do acordo que tem força de lei. 
Patrícia comemorou duas mudanças no Plano Nacional de Educação, que deve ser aprovado pelo Congresso em breve. A primeira garante a educação bilíngue tendo a Libras como primeira língua e a segunda, que sejam oferecidos professores bilíngues e não apenas intérpretes.
O deputado Adão Villaverde (PT) trouxe o apoio de sua bancada ao movimento. “É diferente quando as concepções são testadas na prática”, alertou. Ele defendeu uma política de inclusão total, calcada na formação e qualificação dos professores. E criticou a cultura da exclusão que muitas vezes começa no próprio poder público.
Experiências de vida
As crianças surdas presentes no Dante Barone foram convocadas pelo professor Cristian Alexandre Strak para subirem ao palco. “Os surdos não podem ter medo de perder o emprego. Eu poderia dizer que era a favor da inclusão para trabalhar numa Atandimento Educacional Especializado, mas o meu amor é por essas crianças e pela língua de sinais. E o pequeno Jackson, de quatro anos, deixou seu recado, que emocionou a todos. “Eu não quero inclusão, eu quero ter o direito de estudar com surdos.”
O professor Roger Prestes, integrante do Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência, fez uma fala rápida, mas contundente. “Nada sobre nós sem nós”, bradou. A crítica é dirigida aos gestores responsáveis pela aplicação de políticas públicas que não estariam levando em conta as reivindicações dos surdos.
Já o vice-presidente da Feneis, Carlos Góes, resgatou que antigamente os surdos não podiam casar, nem ter casa própria no país. “Tenho uma esposa, dois filhos e duas noras surdos e a inclusão não pode nos oprimir.” Ele comemorou as novas leis, como a que oficializou a língua de sinais no Estado em 1999, iniciativa pioneira no Brasil, mas diz que é preciso continuar lutando e destacou os trabalhadores e idosos surdos. “Me sentia um idiota quando era criança porque tinha que falar. A cultura da inclusão é a da oralização.”
A situação do RS
“A comunidade surda é titular de direitos e deve buscá-los junto aos órgãos competentes, seja administrativa ou judicialmente”, afirmou o representante da Procuradoria-geral do Estado, Alfredo Simon, integrante da Comissão de Direitos Humanos do órgão. Ele salientou que a Procuradoria é responsável pelo controle da legalidade na administração pública e que está aberta para demandas da comunidade surda.
Ana Paula Jung, da Escola Estadual Especial Keli Meisi Machado, de Novo Hamburgo, está preocupada com a situação da educação para surdos no Estado. “Não há um posicionamento legal da Secretaria da Educação e as políticas estão de acordo com as do Ministério. Estamos há anos sem formação, sem subsídio e os professores estão sendo transformados em intérpretes.” A professora cobrou uma diretriz clara do Estado para evitar o desmonte das 12 instituições com ensino bilíngue no RS.
Encaminhamentos
O deputado Carlos Gomes sistematizou as principais reivindicações e afirmou que vai levá-las ao governador Tarso Genro e ao seu secretariado. Confira os principais pontos:
  • Levantamento no número de surdos, como está o atendimento nas escolas, situação dos professores, níveis de evasão no Ensino Médio e Ensino para jovens e Adultos;
  • Grupo de trabalho temático para sistematizar discussões mundiais, no Brasil e no Estado;
  • Organização e normatização da educação para surdos;
  • Especificidade das crianças surdas;
  • Curso de Libras como parte obrigatória da formação de professores;
  • Políticas públicas de saúde;
  • Promoção de uma sociedade mais igualitária
O parlamentar anunciou que irá realizar uma audiência pública para tratar da situação do surdo no mercado de trabalho, ainda sem data definida.
Presenças
O senador Paulo Paim (PT), que prestigiou rapidamente o evento, transmitiu a Carlos Gomes seu apoio ao movimento dos surdos no Senado. Também participaram da audiência a presidente da Comissão de Educação da AL, deputada Juliana Brizola (PDT), e os deputados Mano Changes (PP) e Raul Pont (PT).

4 de jun de 2012

I Encontro Nacional de Libras - RS

Olá pessoal, tudo bem???

Hoje quero divulgar o Encontro Nacional de Libras aqui no RS, que vai acontecer entre 24 e 25 de agosto de 2012 na PUC/RS (Porto Alegre).
É possível apresentar comunicações e pôsteres sobre Ensino de Libras, Lideranças Surdas e Línguas de Sinais. Maiores informações no site do evento (clique aqui).
Abaixo, o vídeo de divulgação do encontro.  Vamos???